507ece_983bd68a255e4874a0ea13c73ff50393-e1444342650585O cenário da Construção Civil para 2015

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A indústria da Construção Civil no Brasil cresceu acima do PIB no período de 2010 a 2012, apenas em 2013 ficou um pouco abaixo, (veja gráfico abaixo). Esse crescimento se deu devido à necessidade de melhorias no país impulsionadas, por exemplo, pela Copa do Mundo, as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro a necessidade do Brasil em infraestrutura, o PAC (Programa de Aceleração ao Crescimento) e o programa Minha Casa Minha Vida patrocinando pela Caixa Econômica.

De acordo com a matéria “Para construção civil, 2015 será parecido com 2014” publicada em 30/11/2014 executivos de setores ligados à cadeia da Construção Civil, em evento no Sinduscon-SP, chegaram à conclusão de que o crescimento, ou seja, o cenário da Construção Civil para 2015 será em torno de 1,5%. Ainda com a continuação do programa Minha Casa Minha Vida que é uma parte importante mesmo assim não abrange todo setor. As obras de infraestrutura em concessões de rodovias, aeroportos e portos assinadas devem ter algum impacto na atividade em 2015, mas uma série de licitações ainda não se realizou e isso será para 2016, pois levará algum tempo até os projetos começarem a se tornar em obras, afirma o Sr. Eduardo Zaidan (vice-presidente de Economia do Sinduscon-SP), sua recomendação é que as construtoras invistam em mão de obra qualificada e industrialização para se manterem competitivas e produtivas, pois aquele que estiver com sua equipe preparada sairá na frente dos demais.

ObraSegundo a ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos) a Construção Civil gerou em 2010 30.998 mil t/ano em 2011 33.244mil t/ano e em 2012 foram 35.022 mil t/ano de RCD (Resíduo de Construção e Demolição), ou seja, um total de 99.264 mil t nesse período. No ano de 2013 de acordo com a ABRELPE os municípios brasileiros coletaram 117mil t /ano. Esse número faz sentido uma vez que de acordo com a ABRECON o Brasil tinha 47 usinas de RCD até 2009, chegando em 2013 a 313, sendo 80% são usinas privadas.

O RCD passa a ser uma preocupação para as empresas da Construção Civil mento, pois para atender essas exigências será preciso treinar suas equipes para que saibam como fazer a destinação correta desses materiais. De acordo com Diário Digital (09/01/2015), o ano de 2014 em comparação com 2013 ficou 6,2% mais caro para construir ou fazer reformas no Brasil e os materiais ficou 4,9% mais caros. Ainda na Construção Civil existe um desperdício com os materiais e uma parte dos resíduos gerados são devido ao mal acondicionamento e uma gestão deficiente, entre outros fatores.Com tudo isso acontecendo todas as empresas de todos os setores terá que se enquadrar para atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a Lei 12.305.

Em conformidade com o Sr. Eduardo Zaidan, não somente as empresas da Construção Civil mas complemento que todas as empresas precisarão investir em mão de obra qualificada e treinar suas equipes.

A Luchezzi Treinamentos mediante esse cenário desenvolveu o treinamento “PGRS: Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos” que visa mostrar o que a lei 12.305 exige e as oportunidades que a Logística Reversa traz no sentido de gerar oportunidades de captação de recursos, onde esse treinamento é recomendado para todas as empresas.

 

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Celso Luchezzi e Mauro César Terence